
Lindamente construído, 1001 Nights permanece fiel ao cenário exuberante e misterioso da conhecida e antiga história. Tezuka remodela a história em uma fantasia escapista, onde um trabalhador dos anos 60 é transportado de volta a uma era de detalhes árabes totalmente fictícios. Aparentemente em desacordo consigo mesmo, 1001 Nights se desenrola consistentemente de uma forma que combina gráficos da Playboy, design de tapete árabe e pinturas tradicionais japonesas em pergaminhos. Parece uma mistura estranha? Pode apostar que ao longo do caminho vivenciamos algumas das grandes justaposições culturais que fazem de Tezuka o estilo imprevisível que é.
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